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Content Marketing, Marketing, Websites

GOOGLE CHROME EXPANDE LUTA CONTRA SITES PERIGOSOS

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A Google tem uma nova estratégia em marcha para evitar a disseminação de sites potencialmente prejudiciais para os utilizadores: envergonhá-los. A tecnológica anunciou que o Chrome irá emitir alertas sempre que for visitado um site que ainda não tenha adoptado o protocolo de segurança HTTPS.

Sempre que uma página se encontrar nesta situação, o browser irá assinalá-la como “não segura”. Assim, os utilizadores saberão sempre quando os seus dados estão ou não protegidos e se é boa ideia aceder a determinado conteúdo

O Chrome já começou a fazer isto há cerca de dois anos, pelo que alguns utilizadores já se poderão ter cruzado com os avisos. Porém, só agora é que esta ferramenta será alargada a todos os internautas que recorrem ao Chrome.

No seu blog, a Google explica que um site que utilize apenas uma ligação HTTP (sem o S) não está encriptado. Isto significa que informações como números de cartões de crédito e palavras-passe podem ser facilmente roubadas.

 

fonte: marketeer.pt

Redes Sociais

7 DICAS PARA SER UM INFLUENCIADOR

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É impossível escapar à palavra “influenciador” quando o assunto é comunicação e publicidade. Estão em todas as plataformas, especialmente nas digitais e estabelecem parcerias (algumas delas milionárias) com marcas de todas as áreas. Para quem sonha em conquistar este título, a SocialBakers reuniu sete dicas:

1 – Encontrar um elemento característico. Para se ser influenciador é necessário ser conhecido por algo em específico ou, então, por defender determinada causa/ponto de vista. Em traços gerais, o conselho da SocialBakers passa por evitar dispersar e encontrar algo específico e memorável;

2 – Criar conteúdo com valor. No seguimento da dica anterior, o objectivo é dedicar a atenção a algo em concreto e criar conteúdos com valor relacionados com esse tema. Ser reconhecido enquanto influenciador requer relevância e trabalho que demonstre que aquela pessoa é, de facto, especialista em determinado campo: não chega falar sobre moda, é preciso tirar fotografias com as combinações mencionadas e garantir que o resultado se destaca das restantes imagens que navegam pela internet;

3 – Consistência, consistência, consistência. Os influenciadores devem pensar a longo-prazo, delineando uma estratégia que assente em palavras como “consistência”. Construir uma audiência e conseguir influenciá-la não acontece de um dia para o outro: dedicar alguns dias ou até meses ao blog, página de Instagram ou canal no YouTube não é suficiente. Especialmente, se a ideia for também atrair marcas;

4 – Qual é a plataforma certa? Também é importante escolher qual a plataforma mais adequada para cada tipo de influenciador: “Não podes ser todas as coisas para todas as pessoas e não podes estar em todos os lugares ao mesmo tempo”, alerta a SocialBakers. Apesar de existirem alguns macroinfluenciadores que estão presentes em vários meios (e com sucesso), esta não é a norma;

5 – Da autenticidade bem a autoridade. As dicas apresentadas até este ponto encaminham no sentido da autoridade, mas nada disto será útil se o influenciador não for genuíno. A autenticidade é uma das principais características a ter em atenção, uma vez que será impossível – ou muito difícil – conquistar uma audiência dessa forma. Os erros cometidos, os defeitos e as opiniões não devem ser escondidos, mas sim partilhados;

6 – Ser um sinónimo. Conquistado o título de influenciador, a próxima fase passa por ser um sinónimo de um termo, palavra, frase ou indústria. Isto significa que pensar em determinado influenciador é o mesmo que pensar em moda, fotografia ou família, por exemplo. O desafio é garantir isto sem perder a autenticidade;

7 – Não se pode comprar a influência. Apesar de existirem publicações patrocinados e a possibilidade de aumentar automaticamente o público que nos segue, a influência não se compra. Interacções com significado e envolvimento são as métricas a utilizar para determinar o nível de influência – não o número de seguidores.

fonte: marketeer.pt

Marketing

GOOGLE ADWORDS MUDA DE NOME

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A era do Google AdWords chegou ao fim. Depois de 18 anos ao lado dos anunciantes, a solução de publicidade da gigante tecnológica vai mudar de nome, fruto de um processo de rebranding que está a atingir todas as plataformas de anúncios da Google.

A partir de Julho, estas serão as novas marcas: Anúncios Google, Plataforma de Marketing Google e Gestor de Anúncios Google. Além de alterar as designações, a Google promete apresentar novas soluções, pensadas para marcas e publishers de todos os tamanhos.

Sridhar Ramaswamy, vice-presidente de Ads & Commerce na Google, explica que os Anúncios Google (antigo Google AdWords), por exemplo, engloba toda a gama de recursos de publicidade já disponíveis e as novidades. Exemplo disso é o novo tipo de campanha que está a ser desenvolvido para as pequenas empresas.

A Plataforma de Marketing Google, por seu turno, junta os produtos de publicidade de DoubleClick e Google Analytics 360. Neste campo a novidade a caminho chama-se Display & Video 360, que pemite a colaboração e execução de campanhas de anúncios end-to-end num único local.

Por fim, o Gestor de Anúncios Google é o resultado da combinação do DoubleClick for Publishers e DoubleClick Ad Exchange.

fonte: marketeer.pt

Marketing

PÓS-MILLENNIALS VIVEM NUM MUNDO SEM SONHOS

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Depois dos Millennials vêm os… Pós-Millennials. A classificação é apresentada pela M&C Saatchi num estudo em que enumera as principais características da geração também conhecida como Z. De acordo com a agência, estamos perante adolescentes pessimistas, ansiosos e sem grandes aspirações.

Segundo com o estudo, reportado pelo site Marketing News, por terem nascido entre o final da década de 90 e o início dos anos 2000 (têm menos de 20 anos), não sabem o que é não ter um telemóvel e não conhecem um mundo sem guerra e sem terrorismo. Os efeitos do 11 de Setembro acompanham-nos desde tenra idade. Também a crise financeira não é desconhecida para estes jovens.

Tendo por base este contexto, são três os factores-chave que moldam esta geração: omnipresença das redes sociais, convulsão geopolítica e recessão económica a nível mundial.

No que diz respeito ao primeiro ponto, a M&C Saatchi indica que três em cada quatro têm um telemóvel e que 24% está online praticamente sempre. Por encontrarem nas redes sociais a sua principal fonte de informação, apresentam apenas uma compreensão superficial do que se passa no mundo à sua volta, sendo mais permeáveis a fake news. As marcas que se queiram dirigir a este público devem apostar em mensagens curtas e simples, sob pena de não conquistarem a sua atenção.

Passando para a convulsão geopolítica, os Pós-Millennials constituem a geração com maior consciência política, dado o ambiente em que foram crescendo. Porém, mostram-se mais apáticos e sem causas comuns.

Por fim, a recessão fez com que esta seja a primeira geração preocupada com o futuro desde crianças. Sabem que é difícil encontrar trabalho e uma casa e, por isso, não confiam nos caminhos tradicionais para o sucesso. Como consequência, são mais competitivos e mais terra-a-terra, não se deixando levar por grandes sonhos.

O estudo indica que 70% acredita que terá de trabalhar mais do que os seus pais para conseguir um nível de vida similar, limitando as suas ambições a uma casa pequena e a um emprego estável.

fonte: marketeer.pt